Se você usa moto todos os dias, já deve ter pensado nisso: “E se acontecer algo?”
Roubo, furto, colisão… a verdade é que o risco faz parte da rotina de quem pilota.
E é exatamente por isso que a proteção veicular para motos cresceu tanto nos últimos anos.
O risco é real (e está aumentando)
Motociclistas são um dos alvos mais frequentes de roubos e furtos no Brasil.
E diferente do carro, a moto costuma ser:
- Mais fácil de levar
- Mais barata para revender no mercado ilegal
- Usada diariamente para trabalho
Ou seja: ficar sem proteção é um risco alto demais.
Seguro x Proteção veicular: qual a diferença?
Muita gente não sabe, mas existe uma alternativa mais acessível ao seguro tradicional.
Seguro tradicional
- Mensalidade alta
- Perfil do condutor influencia muito
- Burocracia e análise de crédito
Proteção veicular
- Sem análise de perfil
- Mais acessível
- Cobertura contra roubo, furto, colisão e perda total
Na prática, a proteção veicular foi criada para caber no bolso do motociclista.
O custo de NÃO ter proteção
Agora pense nisso:
Se sua moto for roubada hoje, você consegue comprar outra amanhã?
A maioria das pessoas responde não.
E é exatamente por isso que a proteção deixa de ser gasto e passa a ser segurança financeira.
Conclusão
Se a moto faz parte da sua rotina, renda ou liberdade, a pergunta não é se vale a pena.
A pergunta é: vale o risco de ficar sem?
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5 situações em que a proteção veicular salva o motociclista
Quem tem moto sabe: o imprevisto não avisa quando vai acontecer.
Veja 5 situações reais em que a proteção faz toda a diferença.
1) Roubo ao estacionar na rua
Você estaciona por 10 minutos.
Quando volta… a vaga está vazia.
Sem proteção = prejuízo total.
Com proteção = suporte e indenização.
2) Colisão no trânsito
Mesmo pilotando com cuidado, você depende dos outros motoristas.
Uma batida pode gerar:
- Conserto caro
- Dias sem trabalhar
- Dor de cabeça enorme
A proteção cobre o reparo e evita que você arque com tudo sozinho.
3) Perda total da moto
Um acidente mais sério pode inviabilizar o conserto.
Sem proteção: você perde a moto e ainda continua pagando parcelas.
Com proteção: você recebe indenização.
4) Pane no meio da rua
A moto quebra no pior lugar possível.
Com proteção você tem:
- Guincho
- Assistência 24h
- Apoio imediato
5) Moto usada para trabalho
Motoboys, entregadores e prestadores de serviço dependem da moto para renda.
Ficar sem moto = ficar sem ganhar dinheiro.
Proteção veicular é proteção da sua renda.
Conclusão
A proteção não serve apenas para acidentes.
Ela protege sua rotina, seu tempo e seu dinheiro.
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Quanto custa ficar sem proteção veicular? Faça essa conta
Muita gente acha que economiza ao não contratar proteção.
Mas a conta real é outra.
Vamos fazer um cálculo simples.
Cenário: moto roubada
Valor médio de uma moto popular: R$ 15.000 a R$ 20.000
Se for roubada hoje, você precisa:
- Comprar outra moto
- Continuar pagando a atual (se financiada)
- Ficar dias ou semanas sem mobilidade
Prejuízo total pode ultrapassar R$ 30.000.
Agora compare com a proteção
A proteção veicular custa, em média:
➡️ Menos que um tanque de gasolina por mês.
Ou seja:
Você troca um pequeno valor mensal por proteção contra um prejuízo gigante.
Proteção é planejamento
Quem não tem proteção está assumindo sozinho todo o risco financeiro.
Quem tem, divide o risco e dorme tranquilo.
Pergunta final
Se sua moto sumisse hoje, o impacto seria grande?
Se a resposta for sim, a proteção deixou de ser opcional.

